quinta-feira, 16 de junho de 2011

"time at the time"

Tic-tac é o som daqui de dentro.
A lua cheia lá fora, nas janelas o vento, e a pergunta  no ar:
-Se sou tão forte por que ainda há dor?
Pra minha sorte ou não, existe amor.
Deixando me lembrar, do que um dia você diz te fazer feliz.
Pareço não constar no calendário que me diz.
-Por que a dor?
Pra que amor?

Confuso mais ainda, de que eu posso ser
Com medo de retirar a máscara e desaparcer.
No reflexo do espelho, me olho e te vejo.
As sombras ardidas do pecado
Eu não lhe concedo(ao menos tão cedo)

Mas já foi-se o tarde e  é chegada a hora.
Estamos tão juntos não consigo ir embora.
E o dizer adeus vem me dificultar,
Penso na sorte que acreditava levar,
Pra qualquer caminho em qualquer estrada,
Assim sempre iniciou uma jornada.

Te diria um pouco mais,
Te lembraria um pouco menos.
Lhe traria num sorriso a paz,
E a curaria de todos os venenos.

E se ficar é o que deseja,
Não se lembre, pra que se esqueça.
Ou então sentir denovo vai mudar
E me enxergar pra se olhar

Agora daqui temo saber, Não existir a volta.
E imaginando o lá, despreocupado com o que deixei passar.
Te digo um adeus, pra amanhã dizer oi.
Meus batimentos são teus,
fica e não deixa pra depois

Nenhum comentário:

Postar um comentário